RASTROS
Ultimamente, tenho tido notícias,
De que criaturas pela vida tem passado
E atrás de si deixado raios de luz,
Mas muitos outros, nem tanto...
Grande questionamento aflora,
Chamando-nos à reflexão,
Que tipo de rastros deixar,
E não sair da vida como um vilão...
Seriam rastros de bondade,
De paciência ou benevolência,
Pessimismo ou intolerância,
Perda da pura inocência...
Ah, como é difícil arregimentar
Todas as belas e boas qualidades,
Colocar tudo numa grande mala,
Bagagem perfeita antes da partida...
Seremos como brancas nuvens
Levadas suavemente pelos ventos,
Sob o olhar ingênuo da criança
A nos achar como anjos a voar...
Mas, por onde passarmos,
Marcas indeléveis iremos deixar,
Quer sejam pela pureza e bondade
Ou pela ganância desenfreada...
Muitos, pelo apego à vida,
Outros, completamente desapegados,
Como então encontrar o equilíbrio,
E não sair um tanto frustrado...
Pra não haver arrependimentos,
E nem chorar rios de lágrimas
Façamos um novo caminho
Libertos de todo ato nocivo...
A historia está sendo escrita e se aceitarmos
e entendermos a lei de ação e reação,
Pois quem ao próximo faz o bem,
A si estará fazendo também...
Somos herdeiros do amor
Da alegria da vida viver,
Somos todos construtores
Do futuro que há de ser...
Façamos das trevas a luz
A clarear os passos do Peregrino,
Como pedra a rolar sem limo,
Dono supremo do seu destino...
A mãe Terra chora, em estertores,
Clamando pela responsabilidade
Dos homens, a usar a humanidade,
E pensar sobretudo na posteridade...
Tenhamos o firme propósito,
De uma bela herança deixar,
Volvendo o olhar ao passado distante,
E as pegadas do Cristo Jesus encontrar...
Faça então de Suas pegadas,
Sua real e suprema caminhada
De volta ao verdadeiro lar distante,
Não muito além do horizonte...
Versions
Portugese, English, Spanish, Italian and German
domingo, 11 de setembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
PLANETA AZUL
Gira, gira, Planeta Azul,
Tu és o mais belo
Dentre todos do universo,
Imerso nas suas profundezas
Jazem veios de cobre,
Prata, ouro e diamante,
Potentado itinerante.
Em suas veias percorrem
Os rios caudalosos,
Que correm velozes,
Levando as lágrimas
E de arrasto queixumes,
Deitando-os solene no mar.
O encontro dos rios amores
Solimões e Rio Negro
Par perfeito, limo vasto,
Em seu fértil e rico leito
Faz nascer o grande
Potente Rio Amazonas.
A grande geografia
A estudar as entranhas
Da redonda terra azul,
Descobre jazidas
Que ouriçam no homem
A infame e amarga cobiça.
O grande Planalto Central,
Jaz potente e grandioso,
Forte, viril e charmoso
A cativar os viandantes
Em busca de seus diamantes
A reluzir em esplendor.
O homem, devasso,
Na sua cruel conquista,
Sem a sensibilidade do artista
Implode, arrasa e queima
O solo rico e sagrado,
Suas matas densas seculares.
Hoje, chora o Planeta Azul,
Vertendo rios de lágrimas,
Suas matas, cinzas negras,
É tudo o que lhe resta,
É fato, tempos chegados,
Choramos nós, final dos tempos...
Direitos autorais reservados.
Tu és o mais belo
Dentre todos do universo,
Imerso nas suas profundezas
Jazem veios de cobre,
Prata, ouro e diamante,
Potentado itinerante.
Em suas veias percorrem
Os rios caudalosos,
Que correm velozes,
Levando as lágrimas
E de arrasto queixumes,
Deitando-os solene no mar.
O encontro dos rios amores
Solimões e Rio Negro
Par perfeito, limo vasto,
Em seu fértil e rico leito
Faz nascer o grande
Potente Rio Amazonas.
A grande geografia
A estudar as entranhas
Da redonda terra azul,
Descobre jazidas
Que ouriçam no homem
A infame e amarga cobiça.
O grande Planalto Central,
Jaz potente e grandioso,
Forte, viril e charmoso
A cativar os viandantes
Em busca de seus diamantes
A reluzir em esplendor.
O homem, devasso,
Na sua cruel conquista,
Sem a sensibilidade do artista
Implode, arrasa e queima
O solo rico e sagrado,
Suas matas densas seculares.
Hoje, chora o Planeta Azul,
Vertendo rios de lágrimas,
Suas matas, cinzas negras,
É tudo o que lhe resta,
É fato, tempos chegados,
Choramos nós, final dos tempos...
Direitos autorais reservados.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
MARGARIDAS NOS CAMPOS DE BRASILIA
Marchem, Margaridas, marchem,
Venham florir os campos da Esplanada,
Brado forte no Planalto Central a ecoar,
Vozes essas não mais ficarão caladas...
Clamem pelos seus direitos, alerta!
Plantio seguro, colheita farta e certa,
A enriquecer o rústico e humilde celeiro,
E saciar a velha fome estigmatizada...
Mostrem a força dos braços e punhos,
Cantem hoje a alvorada do porvir,
A força unida é um canto em feixe,
Que se verga ao som da imortal melodia...
As vozes que hoje cantam e clamam,
Afagam com ternura os corações sofridos,
Com esta bela e antiga canção de ninar,
Dorme filho querido a colheita vai começar...
Heloisa Helena Silveira,
Jornalista e poeta
Direitos Reservados
sexta-feira, 29 de julho de 2011
DROPS OF POETRY!
HAVE YOU EVER THOUGHT?
Have you ever thought?
What to do with the time left,
Do you ever stop to think at last?.
What to do with that precious moment
That the mark of time quickly pass?
...
To let it pass without thought,
to let it pass without care,
one can only sit and wonder
when our cherished ones
are no longer there,
so utilise each moment
leave nothing unsaid...
Heloisa and Su - 4 hands poetry
Have you ever thought?
What to do with the time left,
Do you ever stop to think at last?.
What to do with that precious moment
That the mark of time quickly pass?
...
To let it pass without thought,
to let it pass without care,
one can only sit and wonder
when our cherished ones
are no longer there,
so utilise each moment
leave nothing unsaid...
Heloisa and Su - 4 hands poetry
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Homenagem ao homem do campo, pequeno agricultor, que luta por dias melhores.
O FUTURO É AGORA
Olhemos para o passado
não muito distante e veremos,
irmãos viandantes, caminheiros,
marcados pela miséria e a fome,
sedentos da água e do abençoado pão,
Ensejando solo rico, fértil e fecundo,
onde pudessem plantar o trigo e o feijão...
Terra Brasilis, altaneira,
sua miséria é histórica, secular,
no povo marcas profundas deixou,
e lembrando o que já dizia da fome,
o humanista e sábio Josué de Castro:
a fome não era um problema natural
e nem tampouco da natureza,
só dependia dos homens, suas opções,
na condução dos destinos da economia
da nossa querida Nação...
Esse desejo de luta já era antigo,
marcado com sangue e na alma
desses sonhadores guerreiros,
e assim, plantada foi a semente,
dar ao homem a oportunidade,
de bravamente lutar pela posse,
não só pela liberdade desejada
mas pela rica e abençoada terra...
Brasilis, terra bendita sejas,
abençoada sempre serás,
acolha a semente sagrada
e em seu solo ricamente frutificar,
a cada semente, dá-nos um cento,
acolha o nosso sincero intento,
com a fome do homem acabar...
Oito anos já se passaram,
quando as primeiras sementes
neste rico solo foram plantadas,
iniciativa primeira, oportunidade sem par,
olhar voltado ao campo e assim começava,
a Agricultura puramente Familiar...
Com bases fincadas na Constituição,
Assegurando a população brasileira,
Acesso de forma adequada e saudável,
direito humano à alimentação...
Permitiu ao nosso povo brasileiro,
o fortalecimento da agricultura familiar,
seja camponesa, quilombolas, de terreiros,
povos indígenas e comunidades tradicionais,
quebradeiras de coco, caatingueiros,
faxineiros, ribeirinhos e pescadores,
trazendo todas elas de arrasto,
até as comunidades de fundo de pasto...
Amigo e companheiro agricultor,
talvez vocês ainda não saibam
mas cabe a mim informar,
que até hoje, 3,5 bilhões já foram gastos,
no Programa de Aquisição de Alimentos
conhecido por todos como o PAA...
E o sonho tornando-se realidade,
cada ação implantada com a ajuda
consciente da sociedade organizada,
permitindo ao pequeno agricultor
a comercialização da produção adequada...
Os miseráveis de ontem, de outrora,
já não tem mais a cara da fome,
lágrimas de tristezas convertidas em alegria,
de esperança pela conquista,
direitos pela Constituição garantida...
Não poderíamos esquecer
da importância secular, saber cuidar
e plantar a semente crioula,
de um grão centenas vão dar,
proteção do meio ambiente,
que o homem está a ignorar...
Grandes realizações os esperam,
num futuro não muito distante,
até 2014 veremos 2 bilhões de Reais,
aplicados o programa do PAA,
e assim, coroando com êxito,
as ações desse Governo guerreiro,
que soube entender e acolher
as necessidades do povo brasileiro...
“Garantia de feijão e arroz na mesa,
fim da extrema pobreza.”
Heloisa Helena Silveira
Olhemos para o passado
não muito distante e veremos,
irmãos viandantes, caminheiros,
marcados pela miséria e a fome,
sedentos da água e do abençoado pão,
Ensejando solo rico, fértil e fecundo,
onde pudessem plantar o trigo e o feijão...
Terra Brasilis, altaneira,
sua miséria é histórica, secular,
no povo marcas profundas deixou,
e lembrando o que já dizia da fome,
o humanista e sábio Josué de Castro:
a fome não era um problema natural
e nem tampouco da natureza,
só dependia dos homens, suas opções,
na condução dos destinos da economia
da nossa querida Nação...
Esse desejo de luta já era antigo,
marcado com sangue e na alma
desses sonhadores guerreiros,
e assim, plantada foi a semente,
dar ao homem a oportunidade,
de bravamente lutar pela posse,
não só pela liberdade desejada
mas pela rica e abençoada terra...
Brasilis, terra bendita sejas,
abençoada sempre serás,
acolha a semente sagrada
e em seu solo ricamente frutificar,
a cada semente, dá-nos um cento,
acolha o nosso sincero intento,
com a fome do homem acabar...
Oito anos já se passaram,
quando as primeiras sementes
neste rico solo foram plantadas,
iniciativa primeira, oportunidade sem par,
olhar voltado ao campo e assim começava,
a Agricultura puramente Familiar...
Com bases fincadas na Constituição,
Assegurando a população brasileira,
Acesso de forma adequada e saudável,
direito humano à alimentação...
Permitiu ao nosso povo brasileiro,
o fortalecimento da agricultura familiar,
seja camponesa, quilombolas, de terreiros,
povos indígenas e comunidades tradicionais,
quebradeiras de coco, caatingueiros,
faxineiros, ribeirinhos e pescadores,
trazendo todas elas de arrasto,
até as comunidades de fundo de pasto...
Amigo e companheiro agricultor,
talvez vocês ainda não saibam
mas cabe a mim informar,
que até hoje, 3,5 bilhões já foram gastos,
no Programa de Aquisição de Alimentos
conhecido por todos como o PAA...
E o sonho tornando-se realidade,
cada ação implantada com a ajuda
consciente da sociedade organizada,
permitindo ao pequeno agricultor
a comercialização da produção adequada...
Os miseráveis de ontem, de outrora,
já não tem mais a cara da fome,
lágrimas de tristezas convertidas em alegria,
de esperança pela conquista,
direitos pela Constituição garantida...
Não poderíamos esquecer
da importância secular, saber cuidar
e plantar a semente crioula,
de um grão centenas vão dar,
proteção do meio ambiente,
que o homem está a ignorar...
Grandes realizações os esperam,
num futuro não muito distante,
até 2014 veremos 2 bilhões de Reais,
aplicados o programa do PAA,
e assim, coroando com êxito,
as ações desse Governo guerreiro,
que soube entender e acolher
as necessidades do povo brasileiro...
“Garantia de feijão e arroz na mesa,
fim da extrema pobreza.”
Heloisa Helena Silveira
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Gotas de poesia
Gotas de poesia
Na longa estrada do tempo,
cabelos revoltos ao vento,
no rosto, doce brisa a tocar,
gota suave na face desliza
lágrima do céu a deitar...
Σταγόνες της ποίησης
Στο μακρύ δρόμο του χρόνου,
ατίθασα μαλλιά στον άνεμο,
πρόσωπο, φρέσκο αεράκι για να παίξει,
πτώση διαφάνειες ομαλά στο πρόσωπο
ρίξει δάκρυα από τον ουρανό ...
Na longa estrada do tempo,
cabelos revoltos ao vento,
no rosto, doce brisa a tocar,
gota suave na face desliza
lágrima do céu a deitar...
Σταγόνες της ποίησης
Στο μακρύ δρόμο του χρόνου,
ατίθασα μαλλιά στον άνεμο,
πρόσωπο, φρέσκο αεράκι για να παίξει,
πτώση διαφάνειες ομαλά στο πρόσωπο
ρίξει δάκρυα από τον ουρανό ...
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O CONSTRUTOR DO FUTURO
O que fazer do tempo que te resta,
Já parou enfim pra pensar?
O que fazer dos momentos preciosos
Que o ponteiro do tempo se apressa em passar?
Várias são as oportunidades,
Para o bem construir,
Edificar em bases sólidas,
A morada do porvir...
A cada pequeno gesto,
Imbuído de bons sentimentos,
É um tijolinho plasmado,
Com abençoado barro e cimento...
De tijolinho em tijolinho,
Você vai conseguir construir
Uma casinha bem simples
Ou uma sofisticada mansão,
Pois tudo vai depender
Do seu roteiro de ação...
Pare, pense e medite,
A verdadeira caridade,
É o amor em ação,
Praticada no dia a dia,
Sem fazer distinção...
Tenha sempre em mente,
E impregnado no seu coração,
Que da vida nada se leva,
Somente o amor pelo irmão...
Pode ser o irmão de sangue,
Pode ser o teimoso patrão,
Ou o pedinte que a sua porta bate
Por uma migalha de pão...
Quem sabe o colega tristonho,
O vizinho áspero, zangão,
O amigo que espera ser sempre
Irmão pelos laços da afeição...
Para edificar a moradia do futuro,
Não precisa ser engenheiro
Nem um exímio construtor,
Basta se inserir no contexto,
Ser no palco da vida
Um verdadeiro e nobre ator...
Direitos autorais reservados.
Já parou enfim pra pensar?
O que fazer dos momentos preciosos
Que o ponteiro do tempo se apressa em passar?
Várias são as oportunidades,
Para o bem construir,
Edificar em bases sólidas,
A morada do porvir...
A cada pequeno gesto,
Imbuído de bons sentimentos,
É um tijolinho plasmado,
Com abençoado barro e cimento...
De tijolinho em tijolinho,
Você vai conseguir construir
Uma casinha bem simples
Ou uma sofisticada mansão,
Pois tudo vai depender
Do seu roteiro de ação...
Pare, pense e medite,
A verdadeira caridade,
É o amor em ação,
Praticada no dia a dia,
Sem fazer distinção...
Tenha sempre em mente,
E impregnado no seu coração,
Que da vida nada se leva,
Somente o amor pelo irmão...
Pode ser o irmão de sangue,
Pode ser o teimoso patrão,
Ou o pedinte que a sua porta bate
Por uma migalha de pão...
Quem sabe o colega tristonho,
O vizinho áspero, zangão,
O amigo que espera ser sempre
Irmão pelos laços da afeição...
Para edificar a moradia do futuro,
Não precisa ser engenheiro
Nem um exímio construtor,
Basta se inserir no contexto,
Ser no palco da vida
Um verdadeiro e nobre ator...
Direitos autorais reservados.
Assinar:
Postagens (Atom)